
“O Estado não pode continuar a perder dinheiro desta forma: alguém gere mal as finanças públicas, e o ressarcimento, quando acontece, ocorre tarde de mais”, afirma o Procurador, defendendo maior responsabilização de quem gere mal o património do Estado.
Na conversa, Beato Paulo destaca ainda o ambiente de equipa que encontrou no TCA, aponta a necessidade de mais magistrados e mais pessoal técnico — incluindo a possível criação de delegações do Tribunal nas províncias — e deixa a sua visão sobre o futuro do Ministério Público dentro da instituição.
A entrevista integral com o Procurador Beato Paulo será publicada na próxima edição da revista Fluxos da Corte — O Tribunal de Contas em Movimento, já na sua 4.ª edição.
TEXTO – Alexandre Cose
FOTOS – Mauro Teixeira